01 fevereiro 2018

DISCURSO do 45º PRESIDENTE dos EUA - Análise e Comentários

O DISCURSO do ESTADO da NAÇÃO
ESTADOS UNIDOS

COMENTÁRIO

Ouvi e vi atentamente o discurso do Presidente dos Estados Unidos.
Fi-lo através de Televisões Internacionais pois estou farto da suposta “mediação” das televisões portuguesas.

Portanto, a minha opinião e comentário, ao que Ouvi e Vi é o seguinte:
(Relembro o Programa que o actual Presidente prometeu na sua campanha eleitoral e que publiquei nessa altura, e em cada Tema farei o meu comentário, face ao discurso que fez sobre o Estado da Nação de dia 31-01-2018);

RELEMBRO O PROGRAMA do 45º PRESIDENTE dos USA
o qual deixou, já na altura, muito nervosos e incomodados os dirigentes políticos do "sistema" português e europeu, (Internacionalistas) que querem subjugar e destruir as Soberanias dos diversos Estados:

1º) IMIGRAÇÃO - o que está no seu programa - (não comento o tom dos seus discursos) - foi:
a) Vigiar mais efectivamente as fronteiras dos EUA, sobretudo com o México;
b) Repatriar os Imigrantes Ilegais, sobretudo os que já tiverem cadastro policial por infrações à lei americana;
c) Impedir a entrada de novos imigrantes Ilegais;
d) Vedar mais a fronteira dos EUA/México, quer com redes de segurança, quer com muros, (que já existem em 1.300 Kms da mesma) quer em policiamento para suster a imigração ilegal, o contrabando, o tráfico de drogas, e de armas;
e) Estabelecer especial vigilância sobre os imigrantes que queiram entrar nos EUA, sobretudo os oriundos dos países muçulmanos;

NESTE CAPÍTULO neste Discurso o Presidente reafirmou todos os princípios anunciados e prometidos na campanha.
Uma nuance apenas: pretende permitir a Legalização de cerca de 1 milhão de jovens que tenham entrado nos EUA antes da sua maioridade, desde que não tenham cadastro policial.
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CONCLUSÃO sobre este ponto: mantem o que prometeu. Nada de novo.

2º) ECONOMIA -
2.1) Baixar os impostos para as empresas;
2.2) Baixar os impostos sobre as pessoas, reformulando os escalões;

NESTE CAPÍTULO neste Discurso o Presidente lembrou o que fez no seu 1º ano. Isto é:
(2.1). - Desceu a carga fiscal para as Empresas dos 35% para os 21%;
2.2). Desceu a carga fiscal para as Pessoas
– Isentando de impostos os americanos com menos de 21.000USDdollars de rendimento que até agora pagavam imposto, embora pouco;
- Descendo a Taxa Média dos 25% para os 17% o que em média significa que o americano médio poupará em impostos cerce de 4.000USDolares por ano;
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CONCLUSÃO sobre este ponto: Cumpriu o que prometeu. Nada de novo a não ser que ficaram Muito enervados os “democratas” que querem sugar as pessoas com impostos.
O Indice Bolsista dos EUA estão a atingir Records Históricos nunca alcançados.

AINDA na ECONOMIA prometeu:
2.3)- Requalificar as infra-estruturas rodoviárias dos EUA, construídas nas décadas de 1950 e 1960, que estão em estado de degradação visível, recorrendo sobretudo a joint-ventures com investidores privados;
2.4)- Requalificar hospitais e aeroportos que estão a ficar obsoletos;

NESTE CAPÍTULO neste Discurso o Presidente lembrou que irá fazê-lo a partir de agora contando para isso com parcerias com entidades privadas, com autarquias e governos estaduais.
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CONCLUSÃO sobre este ponto: ainda é cedo para ver se o conseguirá fazer face à barreira política dos Democratas.

2.5) Tentar repatriar boa parte da indústria americana, que se tinha deslocalizado para outros países;
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NESTE CAPÍTULO neste Discurso o Presidente lembrou que a Toyota, a Chrysler e a Ford já anunciaram que vão voltar a investir e a criar postos de trabalho nos EUA com novas fábricas.
Anunciou ainda outros investimentos, nomeadamente o da Google (cerca de 5 Biliões de USD) e de várias outras empresas Norte-americanas que ou já tinham deslocalizado as suas produções ou que estavam em vias de o fazer.
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CONCLUSÃO sobre este ponto: o Investimento e a criação de emprego estão a crescer e num ano criaram-se cerca de 2,4 milhões de novos empregos nos EUA.

3º) SAÚDE -
a) Substituir o "Obamacare" por outro programa;
b) Eliminar do mesmo o que custa muito dinheiro, e que está a arruinar o orçamento dos EUA, e repor os programas pré-existentes de seguros, e programas de reforma em vigor;
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NESTE CAPÍTULO neste Discurso o Presidente lembrou que está em marcha esse objectivo bem como estão a caminho novos programas mais centrados na iniciativa privada e na livre escolha dos americanos.
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CONCLUSÃO: Está a cumprir o que prometeu.
(NOTA: como Europeu não concordo com o Sistema Americano, mas … não sou americano);

4º) Política Externa –
a) NATO - desde 1945 que os países europeus quase nada contribuem, quer em meios militares, quer em orçamento, para as despesas da organização.
Pretende que, sobretudo a França, a Alemanha e o Reino Unido, passem a contribuir com mais meios e mais dinheiro e aliviem assim as correspondentes contribuições dos EUA;
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COMENTÁRIO: neste campo esta atitude, que vem no seguimento de anteriores posições dos sucessivos Presidentes (mas que ficaram apenas pelas palavras) o actual Presidente ao avisar os Governantes dos países europeus já fez com que a Alemanha anunciasse Investimentos na Defesa de 2% do PIB (contra os 1,1% que mantinha desde há 10 anos e menos desde o pós-guerra), levou Macron de França a anunciar o mesmo objectivo, etc.

AINDA nesta área:
b) TTIP - anulação das negociações;
c) NAFTA – renegociação dos acordos em vigor;
e) Reexaminar o acordo nuclear feito com o Irão;
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COMENTÁRIO: Cumpriu nos dois primeiros está a examinar o terceiro (Irão);

f) Introduzir direitos niveladores aos produtos oriundos dos países asiáticos, em que vigorem esquemas de remuneração que distorcem a concorrência sã, e que estão a prejudicar a economia americana; - (salários de miséria, inexistência de férias, trabalho infantil, etc);
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COMENTÁRIO: Está paulatinamente a fazê-lo;

5º) Supremo Tribunal - nomeação de um novo Juiz que defenda a Vida - pró-vida - contra o aborto e suas práticas, para além das razões médicas que antes já estavam contempladas;
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COMENTÁRIO: Objetivo cumprido.

Estas foram as medidas mais significativas que o novo Presidente se propõs levar a cabo, durante o seu mandato e que foram objecto do seu 1º Discurso sobre o Estado da Nação.

Falou ainda da China Rússia e Coreia do Norte, lançando avisos algo suaves face aos dois primeiros, e muito sérios em relação ao último.

6º) ISRAEL - JERUSALÉM
Prometeu e cumpriu o objectivo Aprovado pelo Congresso americano durante o mandato do Presidente Clinton de devolver Jerusalém (Cistã e Judaica desde há 2.000 anos e Muçulmana desde há menos de 1.000 anos) o estatuto de Capital de Israel.
Em resultado real, o Hamas (Palestinianos) voltaram a querer sentar-se á mesa das negociações (embora fomentem o "folclore" das manifestações contra os EUA pois perceberam que se o não fizerem perderão em toda a linha.
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EM RESUMO:
Defendeu o reforço da Capacidade de Dissuasão dos EUA no domínio das Armas Nucleares, sinalizando aos seus inimigos (dos EUA) que é bom para eles não desafiarem os EUA.

Defendeu os Valores e o “sonho americano” avisando que o tempo em que os EUA pagavam quase tudo pelo mundo inteiro, muitas vezes com o prejuízo dos cidadãos americanos, acabou e que só beneficiaram de ajuda monetária aqueles países que forem por palavras e actos verdadeiros Aliados dos EUA.

EM CONCLUSÃO:
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SE EU fosse americano:
- Face ao desempenho da Economia dos EUA;
- Face ao Investimento crescente e retorno de empresas para os EUA criando mais emprego;
- Face à criação de 2,4 milhões de novos empregos;
- Face á defesa intransigente dos interesses dos americanos;
- Face à redução drástica do desemprego, em especial nos negros e latino-americanos residentes nos EUA, sem comparação na história dos EUA;
- face ao cumprimento, até agora, de tudo o que prometeu na campanha eleitoral;

SE EU fosse americano Votava sem dúvida na sua Presidência.

EM RESUMO: excelente discurso.
Realço alguma contenção, face ao seu normal, e até alguma elegância discursiva denotando uma boa preparação para esta ocasião em que mais de 80 milhões de americanos o estavam a ver pelas televisões.

O resto são “nervos” dos internacionalistas, sobretudo os da esquerda, e a continuação do seu mau perder.

Melhores cumprimentos
Miguel Mattos Chaves

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