20 fevereiro 2014

A questão da UCRANIA - o que está em causa!

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A questão da UCRANIA - o que está em causa !
Trata-se de um tema de geopolítica e de geoestratégia.
De um lado a Rússia não quer a sua fronteira imediata alvo de domínio por parte da UE e da NATO.
Sendo uma zona de tradicional influência da Rússia (e continuando esta a ser uma potência mundial, ao contrário dos que alguns paressadamente afirmaram) esta não quer distorções na sua zona, por causa do xadrez ...político mundial.
...
Por outro lado, a UE e os EUA jogam em "capturar" para a sua esfera um espaço considerável e rico em recursos (Trigo, minérios, etc...).
....
Do lado interno:
existe uma parte da população que quer continuar na esfera de aliança previligiada com a Rússia.
Outra parte da população quer uma aproximação á esfera ocidental.
....
E o que se assiste é:
- quem está no Poder é a favor da aliança com a Rússia (por causa de vários interesses estratégicos nomeadamente por causa do gás natural, mas não só)
- e a Oposição quer uma aliança preferêncial ao Ocidente e fez um apelo á UE e EUA para intervirem em seu favor.
...
NOTA final:
trata-se de um quadro explosivo pois já há mortos do lado das Forças de Segurança.
Ora quando assim acontece a escalada violenta é dificil de suster.
Mais uma vez: Não há inocentes neste conflito que pode degenerar numa guerra civil. Esperemos que não.
...
Melhores cumprimentos
Miguel Mattos Chaves

Artigo "Gazeta das Caldas"



Mattos Chaves defendeu um retorno ao Atlântico para a economia portuguesa

-> Publicado a 12 de Dezembro de 2013 . Na categoria: DestaqueEconomiaPainel . Seja o primeiro a comentar este artigo.
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Miguel de Mattos Chaves, gestor, investigador e consultor, que nos finais da década de 90 foi administrador da Secla, foi convidado pelo Rotary Clube das Caldas para uma palestra sobre a posição portuguesa na União Europeia e os cenários para o futuro, tema que serviu de base à sua tese de Doutoramento.
O orador acredita que a entrada no euro prejudicou largamente a economia portuguesa e defendeu a sua saída, embora não de forma abrupta. Defendeu também que o país deve voltar a aproveitar a sua posição estratégica no Atlântico para as trocas comerciais com África, Brasil e Estados Unidos.

Miguel Mattos Chaves referiu que os catastrofistas defendem que o problema na relação entre Portugal e a restante União Europeia é o nosso país ser excêntrico ao centro de decisões. O orador defende que o problema é outro: no centro da Europa há centenas de milhões de consumidores, enquanto Portugal tem como único vizinho Espanha, o que condiciona bastante as nossas trocas comerciais com a Europa.
“D. João II percebeu isso na altura dos Descobrimentos e viu que, em termos atlânticos, Portugal é o centro do mundo”, recordou, defendendo que a solução para a crise está novamente aí.
“É preciso diversificar as nossas dependências”, reatando o triângulo com os países africanos e o Brasil, e retomar os acordos preferenciais com os Estados Unidos que acabaram quando integrámos a UE. Miguel Mattos Chaves recorda que tínhamos taxas muito baixas para exportar os nossos produtos que, quando cessaram, retiraram competitividade à indústria portuguesa.
Defendeu ainda que a CPLP “tem que evoluir para uma cooperação industrial, económica e de defesa, aproveitando um oceano que fala a mesma língua dos dois lados”, aproximando-se do que é a Commonwealth para os países anglo-saxónicos.
Miguel Mattos Chaves disse ainda que a adesão ao Euro foi um grande erro. “A nossa adesão foi mal negociada por questões de política interna”, disse, acrescentando que a taxa de câmbio utilizada foi completamente artificial. “As pessoas pensavam que o dólar valia 25 escudos, quando valia 10 vezes mais”.
O investigador observou que a Alemanha, obrigada a adoptar o Euro como condição para a reunificação, fixou a taxa de forma a desvalorizar o marco, passando a ter uma economia forte e uma moeda fraca, criando excedentes.
Em Portugal deu-se o inverso, uma economia frágil com uma moeda forte. “Em vez de construir estradas devia-se ter reforçado a agricultura e a indústria, para compensar o ganho de valor artificial, provocado pela nova moeda, com a valorização dos produtos”, explicou.
Miguel Mattos Chaves defende, por isso, a saída do Euro, que não pode ser nem breve, nem abrupta. “Temos que voltar à ‘serpente monetária’ onde estão outros países da UE, que têm um intervalo de variação cambial de +/- 15%”, afirmou, lembrando que a perda de poder de compra com a entrada no Euro foi muito significativa e com a saída nesta altura da moeda única voltaria a sê-lo.

Orgulhosamente sós é um mito

Antes de iniciar a palestra sobre o tema principal, Miguel Mattos Chaves fez uma introdução sobre o processo que conduziu à criação da união europeia, demonstrando que Portugal esteve presente em todos os passos, muito antes da revolução de 74.
O académico demonstrou que o Estado português se manteve activo na construção político-económica da Europa, procurando aproveitar as oportunidades que daí advinham. Esteve presente na reunião informal de Haia, de onde saíram os pilares da formação da OSCE – mais tarde OCDE – e da CEE.
Integrou depois a EFTA e negociou, desde 1962, a entrada na CEE, tendo alcançado em 1972 o primeiro acordo de trocas comerciais com os países desta comunidade. Acordo que permitiu que o processo de integração, assinado em 1985, fosse concluído com maior celeridade.
“Portugal do pós-guerra não esteve isolado politicamente, é um mito se criou”, defendeu.
Depois de 74, na altura do PREC, Portugal fez um pedido de ajuda à CEE e em 76 foi firmado um protocolo adicional e financeiro e no ano seguinte foi feito o pedido de adesão formal que conduziu à integração em 85.

Joel Ribeiro
jribeiro@gazetacaldas.com

Prof Miguel Mattos Chaves - 10/01/2014



ENTREVISTA DIA 10 DE JANEIRO DE 2014 - PORTO

19 fevereiro 2014

Google/ o MAR e PORTUGAL - 3 milhões de Kms 2 INDEFESOS

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 vim hoje a saber que:
...
(1) a legislação nacional que protege a exloração dos recursos biológicos do Mar português tem uma legislação de 1985, que outra de 1987 desdiz em parte;
...
(2) que o sistema de autorizações de exploração dos nossos recursos por entidades privadas é deficiente, pois o seu esquema de controlo e fiscalização, na prática, Não Existe;
está baseado em acreditarmos que os nossos parceiros são sérios e declaram o que fazem, quando em Mar português;
....
(3) o grupo do Governo português (funcionários) que está pretensamente a Negociar a nossa autonomia e a exploração de recursos, tem uma Visão de Obediência cega aos Tratados da União;
....
(4) que o nº de patentes dos EUA, Alemanha, e Japão, representa 70% das patentes mundiais registadas:
- RESTA-me saber se boa parte das patentes Alemãs foi iobtida através de recursos marinhos portugueses e se sim quem deu autorização e o que é que Portugal ganha com isso;
...
ASSSIM: creio estarmos, mais uma vez, á mercê de pessoas impreparadas e que estão mais preocupadas com os interesses da União Europeia e mais interessadas em cumprir obedientemente TUDO o que está ou não nos Tratados, do que com os interesses Portugueses;
...
(5) Esquecem-se esses Senhores, (na minha opinião impreparados para representar Portugal) que existe nos Tratados, bem como nas Convenções da OMC, a Calúsula do Interesse Vital.
....
Ora o MAR É VITAL para Portugal e pode ser o seu Vector de Compensação e de Desenvolvimento. Logo, se for necessário teremos de o Invocar para defender os nossos interesses.
...
(6) ainda uma participante, teve o descaramento de brincar com o facto de termos Submarinos.
- Não percebe aquela alma (funcionária do Estado emproada mas metida nestes meandros) que com 3 milhões de Kms2 para defender, Portugal tem que ter uma Marinha de Guerra suficientemente forte para dissuadir comportamentos abusivos dos nossos parceiros e não só face ás ameaças do narcotráfico, armas quimicas e biologicas e face ao terrorismo internacional.
....
A QUEM de DIREITO. ISTO É UM ESCÂNDALO e Portugal e os Portugueses é que perdem.
Á Vossa Consideração e Comentários.
Se me puderem desmentir, façam favor pois gostava de ficar descansado.
Melhores cumprimentos
Miguel Mattos Chaves

17 fevereiro 2014

ACTUALIZAÇÃO do PERFIL de MIGUEL MATTOS CHAVES

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DOUTOR MIGUEL FRANCISCO LOUREIRO DE MATTOS CHAVES

1. O Doutor Miguel Francisco Loureiro de Mattos Chaves é natural de Lisboa.

Foi dirigente associativo na APICER (Associação dos Industriais de Cerâmica Utilitária e Decorativa e na Associação dos Antigos Alunos de Estudos Europeus da Universidade Católica, bem como membro de diversos clubes ligados ás letras e ás ciências sociais.

No âmbito da APICER pertenceu ao Grupo de Trabalho para a Internacionalização da Fileira Casa (colaboração da APICER com o IAPMEI).

Ainda no âmbito associativo foi Tutor Técnico no Programa de Jovens Técnicos para a Indústria do LNETI.

2. É Doutorado em Estudos Europeus (vertente de Economia) pelo Instituto de Estudos Políticos da
Universidade Católica de Lisboa.

Licenciado em Relações Internacionais pela Universidade Lusíada de Lisboa e em Marketing pelo Advanced Institute of Marketing – Arthur K. Watson – La Hulpe – Bélgica, tem um Master profissional em Gestão Comercial e Marketing, ministrado pela Development Systems e um Mestrado em Estudos Europeus, (vertente de Economia) pelo Instituto de Estudos Europeus da Universidade Católica de Lisboa.

Tem, também, o Curso de Defesa Nacional, ministrado pelo Instituto da Defesa Nacional e o Diploma do Programa de Alta Direcção de Empresas da A.E.S.E.

Foi Professor Convidado do I.A.D.E. de Lisboa, no Curso Superior de Marketing e Publicidade e pertenceu ao seu Conselho Pedagógico em 1992 e 1993.

3. Leccionou as cadeiras de Marketing I, Marketing II, Marketing III e Auditoria de Marketing, no Curso Superior de Marketing e Publicidade de 1986 a 1993, e de Introdução ao Marketing no Curso
Superior de Design, do mesmo Instituto.

4. Autor de duas obras científicas sobre as questões europeias: “Portugal e a Construção Europeia – Mitos e Realidades – 1947 a 2000) editado em 2005 e “As negociações de Adesão de Portugal à CEE – 1977 a 1985” editado pela Almedina em 2013, colaborando com vários artigos em mais duas, publicou mais de 100 artigos na área da Gestão. Publicou também artigos sobre Assuntos Europeus, sobre a Estratégia, sobre o Mar e sobre o Turismo.  

4. Em 1975 iniciou a sua actividade profissional na Dun & Bradstreet, tendo posteriormente dirigido várias empresas, em diversos níveis, progredindo de Director Comercial (e seu 1º Director em Portugal), da cadeia Méridien (Grupo Air France à época), Director de Marketing da Nacional, SA (FMCG - empresa industrial do sector agro-alimentar, até Director-Geral de empresas como o Grupo Dimensão SA, (Retalho de produtos de Design de origem Internacional da fileira casa), a Secla, SA (fabricante e exportador de Cerâmica Utilitária e Decorativa - FMCG) e de uma empresa de comunicação publicitária e de consultoria – Score Branding.

Analista político e colaborador-jornalístico na imprensa regional de 1995 a 2009, recebeu dois Primeiros Prémios, em 2007 e 2008, pelos seus artigos, respectivamente, sobre “Assuntos Europeus e sobre “Estratégia para o Mar”.

5. Foi, também, Consultor de várias empresas comerciais e industriais.

6. A nível do sector  político, exerceu várias funções no Partido Popular – CDS-PP, entre as quais o de Director de Marketing (1993/1995), Porta-Voz para o sector do Turismo (1995-1998), Membro da Comissão Política Concelhia de Lisboa (1994-1997).  Fez ainda parte do Gabinete de Estudos e foi Coordenador do sector do Turismo entre 2005 e 2007 tendo exercido posteriormente as funções de Secretário-Geral Adjunto (2009-2010), vogal do Conselho Nacional (2005-2010), membro da Comissão Política Nacional (2005 a 2010).

7. Produziu mais de 120 conferências em Portugal e no estrangeiro sobre o Marketing, a Estratégia,
Assuntos Europeus, Política nacional e internacional, Estratégia empresarial e Gestão da Mudança.

8. É actualmente Investigador na Universidade Católica (Programa LIAM – Assuntos do Mar) e Consultor de Estratégia da Score Branding.

13 fevereiro 2014

REFLEXÃO - a decadência do Mundo Ocidental

(1) COMPORTAMENTAIS
Falta de respeito pela Palavra dada; Mentira institucionalizada para atingir fins; falta de Respeito pelas pessoas; falta de Educação e Urbanidade; Maledicência com a intenção de destruir quem não está de acordo;
A falácia dos Direitos sem cuidar dos Deveres (só há direitos);
As Crianças terem-se transformado, não numa alegria para os ...Pais, mas vistas como um encargo, ou seja o como "o último electrodoméstico" a entrar em casa dos pais;
....
(2) VALORES perenes, relacionados com a NATUREZA do Ser Humano Eutanásia, Aborto, Casamento de pessoas do mesmo sexo, Adopção de crianças por pessoas do mesmo sexo;
Desrespeito e Ataque à Família Natural do Ser Humano: Pai, Mãe e Filhos e sua constituição.
...
(3) REFERÊNCIAS e sua destruição
Imposição das Teorias Relativistas (tudo é relativo e portanto nada é verdade a não ser que dê jeito a alguém que os impõe);
Negação do Transcendental (Deus) última esperança e refugio do Ser Humano; tentativas de destruição da Cristandade quando os seus princípios e valores contrariam o Hedonismo, o Egoísmo;
...
Ao "correr da pena" lembrei-me do que observo.
Ao "correr da pena" vem-me á memória os sintomas e as causas que levaram á queda das Civilizações e Impérios que nos precederam.
Ao "correr da pena" lembro-me que estes CONTRA VALORES, porque contrários á NATUREZA do Ser Humano, foram SEMPRE IMPOSTOS por pretensas Élites Políticas e Económicas que (por Omissão ou falta de acção das verdadeiras Élites) tomaram o Poder nas Sociedades levando-as á sua DESTRUIÇÃO.
...
E dou comigo a pensar:
Será que estamos a caminho do fim da Civilização Ocidental tal como a Conhecíamos?
...
Se sim, ensina-nos a História da Humanidade que haverá uma de três acções Regeneradoras da Sociedade decadente:
A Fome, a Peste ou a Guerra!
...
SERÁ ISTO INEVITÁVEL ?
ou AINDA ESTAMOS a TEMPO de o EVITAR, desde que as pessoas Sérias e de Valores se decidam a LUTAR.
A continuar a DEMISSÃO da ACÇÃO dos que estão contra este estado da Civilização actual, fico com receio do futuro.


...
 Á Vossa Reflexão e Comentários.
Melhores cumprimentos
Miguel Mattos Chaves

o REI e os dois PRESIDENTES - a RE-INDUSTRIALIZAÇÃO

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o REI e os dois PRESIDENTES
finalmente, digo eu, a palavra REINDUSTRIALIZAÇÂO....
Finalmente, digo eu, até os membros do Governo do meu Partido concordam com os TRÊS CHEFES de ESTADO dos países do Sul: Espanha, Itália e Portugal.
....
Depois de durante mais de 12 anos ter sido insultado por muitos "Iluminados", dentro e fora do meu Partido, por defender Justamente a Necessidade imperiosa de Re...industrializar Portugal, é bom assistir a esta Cimeira de Chefes de Estado.
....
É pena que o Dr. Paulo Portas tenha metido na gaveta o relatório que lhe entreguei em 2008 onde eu defendia esse caminho e apontava várias medidas para o percorrer.
....
MAS ... como PORTUGUÊS estou satisfeito e agora espero que vamos em frente por esse caminho VITAL para PORTUGAL.
Deixo aqui, para os que ainda não foram lá, os Links de 2 Grupos que criei e onde falei várias vezes sobre o assunto, publicados na minha página pública - (Miguel Mattos Chaves - Político)
...
Desculpem o "desabafo" e por outro lado o meu contentamento por Portugal FINALMENTE ir empreender esse caminho.
...
Já perdemos cerca de 6 anos... MAS nunca é tarde!
Melhores cumprimentos
Miguel Mattos Chaves

11 fevereiro 2014

ANÁLISE - PONTO de SITUAÇÂO sobre a ECONOMIA - Fev 2014

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ANÁLISE
- PONTO de SITUAÇÂO sobre a ECONOMIA


Ainda
sem os dados definitivos, que só serão publicados pelo INE lá para Março do
corrente ano, a confluência de vários indicadores permitem-me uma primeira
aproximação ao estado da economia portuguesa.


….


(1)   Situação do
Emprego/Desemprego


Parece haver uma evolução positiva, sobretudo na criação de emprego.


E isso é bom.


Neste capítulo, este comentário faço-o com reservas
pois ainda não tenho claro o retrato total da situação, nomeadamente sobre:


(a)     a 
criação líquida de emprego (empregos criados - menos empregos
destruídos) ;


(b)   a sua qualidade remunerativa
(média de remunerações dos empregos criados);


(c)    o saldo real do desemprego
(saídas de inscrições do IEPF, emigração, vs total);


De qualquer das formas, para o restauro progressivo
da CONFIANÇA de eventuais investidores, dos cidadãos face ao consumo e
investimento e consequente reanimação da economia, este indicador é BOM!


….


(2)   Situação de Financiamento do
Estado


Hoje o Estado conseguiu mais cerca de 3 mil milhões de euros de
financiamento, pelo prazo de 10 anos, a uma taxa de 5,11%.


É um resultado positivo face ao passado recente (2010/2011/2012/2013)
mas ainda com algumas reservas técnicas:


(a)    Tratou-se de uma emissão
GARANTIDA pelos Bancos (isto é se não houvesse procura suficiente os Bancos
ficariam com os títulos de dívida do Estado);


(b)   Portanto, não foi, uma
Emissão livre nos ditos mercados financeiros, em que o Governo insiste, mas que
é o único indicador com passado que se possa comparar;


(c)    Se analisarmos á luz da Taxa
de Juro da Dívida colocada junto da “troika” então ainda estamos acima; Juros
da Troika (média): 3,55% . Hoje junto dos Bancos: 5,11%;


De qualquer das formas, e mais uma vez, para o
restauro progressivo da CONFIANÇA junto dos investidores privados internacionais,
dá um sinal positivo e é BOM!


Também é positivo o Estado ter garantidos os fundos
para a totalidade das necessidades de 2014 e para parte do ano de 2015, o que
nos poderá abrir caminho para uma saída do Programa de Assistência da “troika”
á Irlandesa.


….


(3)   Situação da Economia


(a)    Apesar dos crescimentos
trimestrais, ainda estamos em terreno negativo de progressão da economia
Portuguesa, se compararmos 2012 com 2013; E isto não é bom!


É menos mau, é uma tendência mas ainda não podemos dizer que há uma
recuperação da Economia, mas sim sinais de que isso possa vir a acontecer.
Vamos ver os resultados do 4º trimestre e logo veremos.


(b)   O caminho seguido não é bom:


Até aqui:
Depressão do Poder de Compra dos cidadãos que trabalham por conta de outrém,


                Depressão do Poder de Compra dos
cidadãos reformados e pensionistas,


Não prefigura
uma evolução sustentável, no sentido positivo, da Economia.


(c)    O comportamento das
exportações continua a ser bom, mas muito influenciado pelas exportações dos
derivados do petróleo (gasolinas, gasóleos, etc…) que tiveram baixas de consumo
em Portugal e que são exportados por isso mesmo;


No entanto, a diversificação
de destinos dos mercados de destino dos bens exportados, é positiva e se essa
estratégia, por parte das empresas, (com alguma ajuda pela introdução das
práticas da Diplomacia Económica instaurada pelo Presidente do CDS-PP),
prosseguir, isso será positivo para as empresas, para o emprego, para a
economia, para Portugal.


….


E,
por hoje, é o que se me oferece dizer.


Aos
vossos comentários e reflexão.


A
Bem de Portugal.


Melhores
cumprimentos


Miguel
Mattos Chaves 

05 fevereiro 2014

RENEGOCIAR a DÍVIDA - o Sr. 1º MINISTRO não sabe o que é!

REFLEXÃO sobre o ESTADO da NAÇÃO (5-FEV-2014)
Bom dia meus caros amigos e leitores.
Estamos em presença de uma pessoa muito mal preparada e, até à data de ser 1º Ministro, sem qualquer experiência de negociações empresariais. (a sua única experiência foi a de ser o "factotum" do Engº Angelo Correia).
...
Por isso não tem a noção do que quer dizer, em termos financeiros e bancários, a palavra Rene...gociação para Consolidar a dívida soberana.
...
Assim, em vez de propor passar o pagamento da dívida de 20 para 40 ou 50 anos;
Assim em vez de propor pagar um spread máximo de juros de 1 p.p. sobre a taxa de desconto do BCE;
vamos ter (NÓS) que pagar nos termos e prazos estipulados pelos credores, sem renegociar e consolidar a dívida, já agora causada pelo Sistema Financeiro e por alguma má gestão dos governos desde 1985;
...
Isto, ao contrário do que outros parceiros da UE estão já a fazer.
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O último Relatório da Comissão Europeia vem admitir, finalmente, que para recapitalizar a banca europeia (ora só se recapitaliza quem se descapitalizou) já dispendeu 1,5 Biliões de euros, que NÓS cidadãos estamos a pagar pois essa dívida foi, em grande parte, transformada em dívida soberana..
...
Não os maço mais.
Mas com este 1º Ministro e com a perspectiva do que lhe vai suceder, Portugal está entregue a uma classe política impreparada e sem qualquer qualidade, o que pode ser dramático para Portugal.
...
Assim, penso que a Sociedade Civil mais qualificada terá que fazer qualquer coisa para modificar este rumo dos acontecimentos e para desenhar uma ESTRATÉGIA para Portugal de Médio e Longo Prazo que leve Portugal para Novos Rumos e Novos Desígnios.
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Os meus melhores cumprimentos
Miguel Mattos Chaves

04 fevereiro 2014

a COMUNICAÇÃO SOCIAL PORTUGUESA e o FACEBOOK

a COMUNICAÇÃO SOCIAL PORTUGUESA e o FACEBOOK
a Próxima Campanha de Desinformação
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 (1) SITUAÇÂO:
1.1. - A comunicação social começa a perder credibilidade em Portugal. As vendas dos jornais têm caído a pique, as audiências dos telejornais, também;
1.2. - Logo o "domínio de opinião" que tinham em exclusivo tem-se vindo a diluir e a sua "força" perante a opinião pública começa a declinar;
1.3. - logo... o domínio sobre quem "passa" na C.Social está-se-lhes a escapar. Já não conseguem "proteger", "atacar" ou "promover" sempre os mesmos. Estão no descrédito crescente, por culpa própria.
Já não conseguem evitar NOTÍCIAS directas das FONTES PRIMÁRIAS (exs: relatórios da UE, do FMI, material de Arquivos Oficiais - nacionais ou estrangeiros, etc...) de pessoas a pessoas que, os seus patrões, não querem que passem, quer por fidelidades políticas, quer por fidelidades económico-financeiras;
(EXS: os 1,5 BILIÕES de Euros de recapitalização da Banca Europeia e fonte da crise actual, NÃO SÃO NOTICIADOS pela C.Social descrita, apesar de constarem do último Relatório Oficial da Comissão Europeia).
NOTA - falo aqui de órgãos de comunicação (mais de opinião que de comunicação, e tudo bem se fosse claro que partidos ou interesses defendem) nacionais - jornais diários, semanários, as 3 TV's e as principais rádios, alguns deles financiados pelo dinheiro dos contribuintes;
....
 2. DAÍ O MEDO e a CAMPANHA que está a nascer:
2.1. - assim as Redes Sociais, como o Facebook começam a ser atacadas e diabolizadas (para já devagarinho, mas verão que será cada vez com mais força) dado que, por aqui, circula a informação LIVRE dos seus filtros e do seu domínio;
2.2. - alguma da informação que por aqui circula é falsa sim senhor, ... MAS a maioria NÃO É e já começa a INCOMODAR o poder Político e os seus Amigos da Comunicação Social. 
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 Á VOSSA ATENÇÃO e COMENTÁRIOS
Miguel Mattos Chaves

31 janeiro 2014

A União Europeia - AINDA EXISTE ?

A União Europeia - AINDA EXISTE ?
Em Maio deste ano haverá Eleições para os Deputados ao Parlamento Europeu.
Esta União de Estados-Nação foi fundada sobre alguns motivos principais:
(1) propiciar a Paz no continente e evitar que novas guerras viessem a existir;
(2) propiciar trocas comerciais entre as economias do centro europeu;
(3) servir de "tampão" à ameaça da então União das Repúblicas S...ocialistas Soviéticas;
(4) "controlar" a Alemanha, tentando evitar novas "aventuras" imperiais.
...
A par destes motivos, e destinado a satisfazer o primeiro desejo dos europeus que conceberam a União, e logo em 1945/46 foi progressivamente introduzida a filosofia social concebida por Angelo Bismark do "Estado Providência" que garantia que os cidadãos teriam algo a perder se embarcassem em novas aventuras bélicas.
Este factor tornou-se, realmente, o factor decisivo no alcançar de uma paz que dura desde então (apesar do conflito de baixa intensidade dos Balcãs de 1992), o que é inédito na história de 10.000 anos da Europa.
...
O terceiro motivo da criação da então CEE, já não existe, pelo desaparecimento dessa unidade política;
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o quarto motivo, foi ultrapassado pois a Alemanha percebeu que não podia dominar a Europa pelas armas, dada a Aliança Atlântica e a oposição firme quer do então bloco ocidental e do bloco leste e a mais que certa reação rápida de qualquer destes dois blocos a qualquer tentativa nesse sentido.
....
o segundo motivo, as trocas comerciais, sem partilha de soberania foi alcançado no centro europeu porque foi possível "acomodar" uma filosofia de gestão intergovernamental que preservasse a Soberania dos Estados e a consequente independência dos Povos/Nações que povoam o continente.
...
Ora, neste momento, é preciso reflectir, discutir e decidir sobre vários items desta organização internacional intergovernamental (OI), dadas as medidas que têm sido tomadas por uma corrente de opinião - a dos federalistas e que têm imposto várias medidas, (desde o Tratado de Maastricht) sem que os povos europeus tenham sido consultados:
(1) poderes da Comissão, do Parlamento e do Conselho Europeu;
(2) modelo intergovernamental ou modelo federal;
(3) continuação ou não de uma moeda única que provoca desiquilibrios graves em economias mais débeis;
(4) acções comuns para debelar a presente crise e políticas necessárias para o efeito.
...
Não é de somenos.
E sobretudo decidir se os Povos/Nações da Europa continuarão a não ser consultados sobre matérias tão graves quanto a alienação de poderes soberanos dos Seus respectivos Estados em favor desta União.
Por agora é tudo, dada a extensão do presente texto.
Muito mais há para dizer.
Melhores cumprimentos
Miguel Mattos Chaves

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